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Capítulo 15: AST

  - Vamos, cadê você ? -Lisandra perguntava, mas sem resposta. Marcus havia criado um machado e por onde passava derrubava árvores. - N?o está funcionando. - Marcus informava a Lisandra. - N?o vou rastreá-lo facilmente de novo. - Lisandra suspirou. - pelo menos podemos remover parte de seu território. - Marcus concordou e respondeu. - N?o que vá importar quando o encontrarmos. - Ele desfez seu machado e caminhava pela floresta com Lisandra. - Ele sabe que ao usar seu poder eu posso rastreá-lo. - Ambos caminharam sem rumo pela floresta. Enquanto caminhavam, viram dezenas de corpos de animais mortos pelo ch?o, o cheiro cada vez mais nojento.

  - Izaque realmente está seguro ? Ele está sozinho. - Marcus estava preocupado com Doam., mas Lisandra acenou com a cabe?a. - Ele n?o vai se arriscar e a bolha o manterá protegido. - Eles n?o tinham um destino e continuaram sua caminhada. O tempo já havia passado e a noite havia chegado, a floresta se tornou escura. - Está ficando difícil enxergar. - Lisandra as vezes apertava os olhos. - Eu tenho uma ideia, mas preciso da sua ajuda. - Marcus acenou instantaneamente para ela. - Me proteja. - Ao terminar sua fala, ela parou abruptamente e fechou seus olhos, virando o rosto para cima. - O que ? Por que ? - Marcus perguntou, mas Lisandra n?o o respondeu. Uma brisa forte a envolveu, seus pés saíram do ch?o. - Deite-se. - Marcus n?o esperou e rapidamente se deitou no ch?o. A brisa girou ao redor de Lisandra, Ela abriu os olhos, sua córnea completamente verde, ela juntou as m?os, a brisa aumentava de tamanho. As árvores reagiram, raízes e galhos tentando perfurá-la. Ela separa as m?os rapidamente e as brisas se espalharam para todos os lados cortando tudo que havia ao redor dela, a floresta foi quase completamente cortada, as árvores caíram. Lisandra cai no ch?o, seu corpo tremia violentamente. -Eu…Você… - Ela n?o conseguia organizar palavras para formar uma frase. - kof kof kof - Ela tossia sem parar, suas m?os na garganta, sangue come?ou a sair de sua boca, sua esclera se tornou vermelha. Marcus se assustou, rapidamente tentando ajudá-la. - N?… pr…otej…a. - Ela botou a m?o na frente de Marcus, recusando ajuda. Ele entendeu instantaneamente o que ela queria.

  Um urso levantou dos escombros de árvores e debaixo dele estava Kevin. Ao olhar para o lado, viu Lisandra e o verdadeiro Marcus, ele se surpreendeu com o que viu. - Que coisa interessante. Você resiste. - Ele deu um leve sorriso. - Sem esperar atacou, mas quando chegou perto, viu uma espada na dire??o de seu pesco?o, um galho de árvore agarrou sua cintura e o puxou para trás. - Opa. - O galho o leva devagar para o ch?o. Marcus cria molas em seu sapato, pressiona contra o ch?o e se joga contra Kevin com sua espada na m?o, ele tenta cortar o pesco?o de Kevin. Uma raiz afiada surge do ch?o em seu peito, ele desfaz as molas e cria um escudo em seu peito, o impacto o joga para trás, ele rapidamente volta para perto de Lisandra. - Você também n?o é pouca bosta. - Kevin o elogiou após ver seu ataque. - Mas, tem certeza que consegue protegê-la e se proteger ? - Diversos galhos afiados estavam indo em dire??o a Lisandra, mas quando chegaram perto, todos desaceleraram e Marcus rapidamente os cortou com sua espada. - O que você usou ? - Kevin perguntou curioso, mas Marcus n?o o respondeu.- Bom, vamos ver por quanto tempo consegue resistir. - Galhos de árvores indo na dire??o de Lisandra, os animais todos desesperados para matá-los. Marcus ficou desesperan?oso, mas permaneceu ao lado de Lisandra. - Droga. - Ele manteve-se focado na batalha, tentando ao máximo proteger Lisandra que permanecia em seu estado instável.

  Ele matava animais atrás de animais e cortava os galhos quando chegavam muito próximos a Lisandra, administrando bem o tempo. - N?o vou conseguir por muito tem…- Uma m?o atravessou seu abd?men. - O que ? - Ele cuspiu sangue e ao olhar para trás, viu Kevin sorrindo, Kevin retira a m?o, completamente limpa e Marcus cai no ch?o. - Isso foi mais complicado do que imaginei. - Os galhos e os animais haviam parado. Ele caminhava lentamente em dire??o a Lisandra. - Resistir é para burros, por que ? - Ele pergunta, mas Lisandra n?o o responde, ela já n?o conseguia mais falar, apenas suas pupilas se moviam em dire??o a Kevin. - Imaginei. Bom, vou acabar com seu sofrimento. - Ele fecha sua m?o em punho e golpeia a cabe?a de Lisandra, mas, ele sente um arrepio e desvia rapidamente para o lado.

  - Droga, quase peguei ele. - Doam estava em pé com a espada de Marcus na m?o. Kevin p?e a m?o no lado direito da sua barriga, sangue escorrendo por sua m?o. - Consegui evitar um golpe fatal. - Ele suspirou e, com a m?o na ferida, vinhas surgem e come?am a costurar o ferimento que n?o era fatal. Ele olha para seus oponentes. - Sua oculta??o voltou, ent?o Magnus morreu. - Magnus n?o havia recebido ajuda, apesar de sua regenera??o ser alta, aparentemente n?o conseguiu suportar o ferimento e morreu na floresta. - Isso significa que… - Kevin p?e a m?o no rosto, ele sentiu seu rosto, seu verdadeiro rosto. Ele possuía cabelos lisos e loiros, seus olhos eram azuis, seu nariz grande e pontudo, seu rosto era comum a única característica marcante era seu nariz que era maior do que o normal. Quando um detentor morria, seus poderes perdiam efeito.

  Marcus continuava caído no ch?o com um buraco no abd?men, mas respirando, isso deixou Kevin curioso. - Longevidade… - Marcus n?o o respondeu nem conseguiu responder. Kevin analisava a situa??o, ele havia sofrido ferimentos leves, Marcus estava se recuperando, mas lentamente e Lisandra n?o conseguiria voltar ao normal t?o cedo, Kevin sorri percebendo sua vantagem.

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  De repente - kof kof kof - Ele p?e a m?o na boca e vê sangue em sua m?o após tossir. - Droga, sou muito fraco. - Doam lamenta sua própria fraqueza. Kevin continua tossindo sangue, Doam se oculta enquanto Kevin se ajoelha. - Ele parece já estar ferido. - Os olhos de Doam brilham ao se aproximar sorrateiramente de Kevin, segurando a espada de Marcus ele desfaz sua oculta??o e tenta cortar a cabe?a de Kevin. O espa?o se distorce e Kevin desaparece de seu local e aparece atrás de Doam. - Te peguei. - Desfere um soco na coluna de Doam. Um único pensamento passou pela mente de Doam. - Vou morrer ? - Mas nada acontece, Kevin está paralisado, n?o pensando muito, ele aproveita e crava a espada no peito de Kevin e p?e for?a para atravessar, Kevin está confuso, cospe sangue, seus bra?os e pernas tremendo lutando para agir. - Por que n?o consigo me mexer ? - Doam retira a espada, Kevin permanece de olhos abertos, consciente. - O que você fez ? - Ele geme de dor, Doam parece assustado. - Por que você n?o morre ? - Ele questiona Kevin.

  Os olhos de Kevin estavam fixo em um local, na escurid?o, um dos poucos locais que n?o foi destruído pelo ataque de Lisandra, ele conseguia ver a silhueta de uma pessoa, ela usava uma cal?a preta, sua camisa era preta com desenhos de estrelas azuis e vermelhas fracas, similar ao céu estrelado e a jaqueta era longa e preta, chegando até seu joelho, ele era magro e tinha 1.85 de altura, seus olhos escuros como o próprio espa?o e seus cabelos cacheados curtos eram da mesma cor, ele usava um colar de prata. A clareza brilhava em seus olhos. - AST… - A silhueta p?e o dedo indicador na boca. - Shiii - Kevin engasga e n?o consegue falar, ódio parecia tomar conta dele e seu corpo inteiro tremia, sua express?o era estranha, Doam n?o conseguia entender, mas tremeu de medo. Kevin cai no ch?o, sem desviar o olhar do local, quando Doam olha para o mesmo local, n?o vê nada. - N?o há nada ali… - Doam conseguia enxergar bem a noite gra?as a seu poder, quando ele volta seu olhar para Kevin, este já estava morto, a floresta se desfez e os animais se dispersaram. - Ele morreu de olhos abertos, seu rosto parece demonstrar rancor, mas porque n?o parece ser pra mim ? - Doam balan?a a cabe?a e volta para ajudar seus companheiros. - Sua regenera??o é impressionante. - Ele se surpreende, o buraco na barriga de Marcus já havia se fechado, mas a ferida ainda era feia. - Estou bem, só preciso de tempo, aahh, olhe Lisandra. -Marcus grita de dor enquanto fala. Doam acena com a cabe?a e dá alguns passos para chegar até Lisandra, ele a vê desacordada, caída com o rosto no ch?o e a vira para cima, seu rosto sujo de sangue. - Ufa. - Apesar de desacordada, ela estava respirando. Doam tira sua camisa e a usa para limpar o que pode do rosto de Lisandra e vira para Marcus. - Você vai demorar muito ? - Marcus apenas acena com a cabe?a. - Você sabe como se retira VOGs de corpos mortos ? - Marcus acenou com a cabe?a. - aaahh - Ele geme de dor ao se levantar, seu ferimento sangrava muito. - N?o sabemos onde estamos, melhor ficarmos escondidos até nos recuperarmos, vamos sair logo daqui. - O cansa?o nítido em sua express?o, ele suava frio. - E vamos pra onde ? - Doam estava sem rumo. - Qualquer lugar. - Doam pega Lisandra no colo, vira para a direita, encarava intensamente a dire??o, vira a esquerda, faz o mesmo e come?a a caminhar para a esquerda. - Vamos por aqui. - Marcus apenas acena com a cabe?a e caminha lentamente atrás de Doam que diminui o passo para Marcus conseguir acompanhá-lo.

  Antes, no local no qual Magnus estava ferido e se recuperando lentamente.

  Magnus respirava pesadamente, seus olhos turvos. Ele escuta passos em sua dire??o. - Quem… é ? - Ele pergunta, mas n?o escuta resposta, a mesma pessoa que Kevin havia visto, estava diante de Magnus. Ele fica próximo a cabe?a de Magnus e olha para o rosto manchado com lágrimas secas e o bra?o que estava parcialmente curado. - Me aju… ajude, eu posso… - Ele estava ofegante. - posso pagar, eu sou. - Nesse momento ele é interrompido antes de terminar sua frase. - Eu sei quem você é. - Ao escutar, Magnus se levanta, escora-se em uma árvore e olha para a pessoa. - Estou alucinando ? . - Quando olhou, n?o tinha nada, as lágrimas secas atrapalhando sua vis?o.. - A ferida já está melhor, mas ainda dói muito. - Ele toca suavemente na ferida.

  Ele enxuga as lágrimas secas de seu rosto. - Preciso sair logo. - Ele se levanta e caminha um pouco. - Onde você vai ? - A pessoa perguntou. Magnus olha para trás, ao ver o rosto da pessoa, ele ficou feliz. - Que bom que é você. Eu preciso de ajuda para sair daqui. - Ele disse e se virou. - Você n?o precisa de ajuda. - Magnus se surpreendeu com a resposta. - O que ? - Ele estava confuso com o que ouviu. - Eu n?o vou ajudá-lo. - Aquilo deixou Magnus visivelmente irritado. - Como n?o, é uma ordem. Estou ordenando que você me ajude a sair daqui. - Ele dizia enquanto caminhava na dire??o da pessoa, ao chegar próximo, ele apontou com o indicador no rosto da pessoa e pretendia falar, quando seu peito se contorce, ele olha novamente para a pessoa e vê seu rosto inexpressivo, ele sentiu o clima esfriar e um arrepio percorreu todo seu corpo, ele p?e a m?o no peito, antes de conseguir gritar de dor ou reagir, a tor??o já havia rasgando seu peito, até seus órg?os foram torcidos e rasgados juntos. Ele simplesmente cai no ch?o, já sem vida, sequer havia tido tempo de pensar direito, seus olhos permaneceram abertos, mas diferentemente de Kevin, n?o havia ódio estampado neles, só confus?o plena. - Feito, tirei você daqui. - A pessoa p?e a m?o no bolso interno da jaqueta e tira um relógio de m?o, sorri levemente e caminha quando escuta um barulho. - Jogada arriscada, Emerald. - Quando olha, vê brisas cortantes em sua dire??o, mas ele some junto à escurid?o da noite.

  Doam, segurando Lisandra e Marcus que encontram uma cidade após caminharem.

  - Você conhece aquela cidade? - Doam perguntou a Marcus. - N?o, é a primeira vez que encontro, você consegue se esconder junto com ela? - Marcus perguntou enquanto Doam acenou com a cabe?a. - N?o por muito tempo, mas sim. - Doam pensa um pouco e pergunta a Marcus. - N?o seria melhor você carregá-la, já que eu n?o possuo danos? - Marcus balan?a a cabe?a e responde. - Com meu ferimento, eu n?o tenho for?as para carregá-la. - Doam entende e concorda. Marcus caminha em dire??o à cidade. - Vamos ficar nela até que Lisandra acorde pelo menos. - Os dois caminharam para a cidade e pedem informa??es de hotéis próximos. - Próximo daqui só o hotel lírio, fica para esse lado. - Uma idosa responde a Marcus e após agradecer ele segue a orienta??o. - Ela apontada para o oeste, n?o é muito longe, vamos. - Marcus caminha rapidamente para o local

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